sábado, 5 de outubro de 2013

“EU VOU ENSINAR PARA VOCÊS COMO É QUE SE CHUPA UM CAVALO!” (MAIS IMAGENS FUGIDIAS DE UM PESADELO)

Na madrugada de ontem para hoje, vi o famosíssimo “Emoções Sexuais de um Jegue” (1986, de Sady Baby & Renalto Alves). Apesar do título zoofílico e da citação chocante que intitula esta publicação (proferida por um homem, no interior do filme), há poucas situações envolvendo sexo com animais. A trama do filme é bizarríssima, sobre um bandido chamado Gavião (interpretado pelo próprio diretor) que foge da cadeia, infectado pelo vírus da AIDS, e descobre que seu pai engravidou a sua esposa e a sua irmã, sendo que a primeira refere-se à barriga prenha como um tumor. Enfurecido, Gavião queima a sua casa, com a esposa grávida dentro. Segue em busca de seu pai, no afã por assassiná-lo. No caminho, encontra diversas mulheres, fode violentamente com uma delas, assegurando que não a machucaria, antes de fodê-la num caixão. Eu e meus companheiros de sessão gargalhávamos! Mas o filme estava apenas no começo...

Infelizmente, quando Gavião adentra o restaurante onde é exibido o bizarro cardápio acima mostrado, o filme sucumbe a uma demoradíssima seqüência de cenas de sexo explícito, musicadas por ABBA, forrós, canções típicas gauchas e o que mais pôde ser arranjado. Tomadas intravaginais, homossexuais barbudos chupando dois pênis ao mesmo tempo, mulheres trepando com mais de um cara, tudo o que pode ser feito numa orgia acontece durante esta longa seqüência. Porém, o que mais me impressionou foi o sobejo de situações de pederastia, de forma quase apologética. Ao cúmulo de um homem se dispor a ensinar duas mulheres como se faz sexo oral num cavalo. Quando o bicho ejacula, nossa, que nojo!

Rimos do começo ao fim, mas, quando cheguei em casa após a sessão, tive um pesadelo horrível, envolvendo uma orgia entre amigos longevos. No sonho, uma amiga loira obrigava-me a fumar e outra, ex-grávida, brigava com ela. O cheiro de cachaça era terrível e todos mergulhavam num sexo enlouquecido, menos eu, que não consegui dormir. Puxei assunto com um sindicalista que assistia às fodas, mas logo me desinteressei. Acordei apavorado, assustado, desesperado. O que este pesadelo me queria dizer? Seja como for, viajo para a Paraíba mais tarde. Estou tenso e ansioso ao mesmo tempo: já estou com saudades de meus amigos e temeroso de que as brigas homéricas se instalem em minha casa, por causa dos ciúmes desenfreados de meu irmão mais novo e minha cunhada. Preocupo-me com minha mãe. Mas estou carecendo respirar novos ares. Ela sabe... É nisso que focarei!


Wesley PC> 

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