quinta-feira, 1 de agosto de 2013

E, NA CORRERIA DOS ÚLTIMOS DIAS, ME LANÇO NA LENTIDÃO CONTEMPLATIVA DO CINEMA DE OZUALDO CANDEIAS...


"Por acaso, eu sou um homem ou Omeleto?"

Como pensar em qualquer possibilidade de resposta a este auto-questionamento sem querer gritar o quanto este cineasta paulista é genial? Acabo de ver "A Herança" (1971, de Ozualdo Candeias) e acabo de me deslumbrar com a estrutura muda do filme, com a sua sonoridade dissonante (a ponto de minha mãe ter perguntado se era um filme de lobisomens), com a atuação involuntariamente intensa do David Cardoso, como a fotografia exuberante em preto-e-branco, com, tudo de sumamente lindo que exala deste filme, que tanto me acalmou enquanto o dia-a-dia da Universidade me conduz ao estresse. mas nada que paixão não resolva: nada que um "to be or not to be" recitado com um crânio de boi nas mãos não enfeitice...

Wesley PC>

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