domingo, 28 de julho de 2013

“UM CORPO BONITO E EM FORMA DEVE SER COMPARTILHADO!”

Antes de o incesto se tornar um modismo no filão pornográfico estadunidense, a cinessérie iniciada por Kirdy Stevens a partir de seu literalmente seminal “Taboo” (1980) causou escândalo. Oficialmente, não gostei muito do primeiro filme [comentado aqui], mas acabei de ver a segunda parte e apreciei deveras.

Em verdade, o que mais me chamou a atenção em “Taboo 2” (1982) foi a sua organicidade erotógena. Ao menos três cenas merecem destaque elogioso e afrodisíaco: a seqüência inicial, quando a lasciva adolescente Sherry (Dorothy LeMay) apresenta o seu irmão Junior (Kevin James, “não tão Junior assim!”, conforme será percebido quando a câmera focalizar o formato de sua genitália através do moletom) à mãe de seu ex-namorado e descobre-se que esta mãe é justamente interpretada por Kay Parker, a protagonista do filme anterior, cujo caso com o filho é trazido à tona numa sessão de massagem erótica (de onde proveio o conselho certeiro que intitula esta publicação, aliás!); o momento em que , após ter flagrado seus dois filhos fazendo sexo, a insaciada Joyce (Honey Wilder) planeja como contará a notícia para seu marido, que a trai com a secretária, mas se deixa embebedar e, sem que ofereça maior resistência, estará transando com seu filho bem-dotado; e toda a condução envolvendo o momento em que Greg (Eric Edwards) penetrará a sua filha, após muita resistência, estapeando-a depois que ela lhe causa uma ereção, mas sendo incapaz de afastá-la quando ela suga o sue pênis enquanto a mãe dela dorme ao lado dele na cama. Ao final, depois de ter fodido com Sherry, Greg deleitará Joyce de uma forma que não fazia há muito tempo. O incesto tempera positivamente as relações sexuais do filme, portanto!

Interessante é que, enquanto o pai reluta em fazer sexo com a filha e a mãe se deixa levar pelo entusiasmo ébrio e ninfômano, a filha fica muito mais preocupada em ter sido flagrada sob o pênis de seu irmão quando isso instaura o receio de impedir que a mesma ganhe um automóvel de seu pai. Não há moralismo, não há religiosidade, não há questionamentos profundos: tudo é emergência sexual, pura e simples! Entretanto, exceto por uma festa orgiática onde aparece rapidamente o lendário Ron Jeremy, o filme é muitíssimo bem-dirigido e roteirizado decentemente. Gostei bastante. Pena que a cópia de que disponho não possui legendas, senão agendaria uma sessão coletiva o quanto antes. Com tudo o que isso implica! (risos) Na foto, a hilária cena em que, sendo flagrada pelo irmão enquanto se despia, Sherry apenas exclama: “tu nunca bates à porta, não?”. E precisa?!


Wesley PC> 

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