quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

“AMOR? DE ONDE EU VENHO, NÃO EXISTE ISSO. EU QUERO UM PARA MIM!”

Na madrugada de hoje, tive um pesadelo tão intenso que me levantei assustado – como se estivesse com medo de avantesmas, pasmem! – para apagar a luz do banheiro, por volta das 2h. Meu cachorro Bogdanovich não pára de gemer, pois minha cadela Zhang-Ke está no cio. E aquele zumbido de macho canino assusta um pouco...

No referido pesadelo, eu me sentia atraído por um grui qualquer. Descobri que ele se interessava por vermes e, a fim de chamar a sua atenção, retirei alguns ancilóstomos do cocô de meu cachorro e os pus sobre meu lábio inferior. O rapaz desdenhou de meu estratagema bizarro de chamar a sua atenção e os ancilóstomos se liquefizeram sobre meus lábios, deixando uma mancha branca permanente em minha boca, que, no dia seguinte, conseguiu, sim, chamar a atenção de outro rapaz bonito, o qual eu não percebera de imediato, mas aceitou conversar comigo. Foi o bastante dentro da carência onírica manifesta, mas, apesar de esta sinopse deixar entrever um final feliz, era um pesadelo: enquanto eu conversava com o rapaz, situações estranhas e incômodas nos cercavam, sendo que alguns espectros de pessoas conhecidas que faleceram há alguns anos me perseguiam, a fim de lamberem os restos de ancilóstomos que estavam sobre minha boca. E isto me apavorou. Acordei assustado! Minha mãe perguntou por que eu fora dormir na cama dela, no meio da noite, mas eu respondi com uma evasiva. Fiquei com vergonha de entrar em detalhes sobre o que penso que este sonho significava...

Desperto, já na manhã de hoje, ajudei-a a desfazer uma casa de cupins que se estendia sobre minha cama e vi um filme boboca na TV: “Aquamarine” (2006, de Elizabeth Allen). É mais um daqueles filmes românticos adolescentes, sobre duas amigas que gastavam seus dias praianos a admirarem a beleza de um salva-vidas juvenil que balançava os cabelos loiros e esticava os braços musculosos sempre que se interessava por alguma garota. Muito bonito ele. Aí, de repente, aparece uma sereia numa piscina de água salgada e os clichês fantasiosos deste tipo de filme são postos em prática. E eu fiquei comparando a estória com o meu sonho...

O mote tramático para que a sereia aparecesse na piscina é que ela estava fugindo de um casamento forçado no fundo do mar. Ela queria provar ao seu pai autoritário que o amor existe, que não é um mito levado a cabo pelos seres humanos. E ela calha de se apaixonar logo pelo moço galego que as duas amigas veneravam. E o resto é um conto de fadas juvenil... Acho que vou para a praia neste fim de semana!

Wesley PC>

7 comentários:

Carlos, Carlinhos, Getúlio disse...

Hum, sonhos...

Pm Lancaster Vince disse...

Não vi o filme mas imagino muito bem como o galego era mesmo bonito e também como fora assutador acordar com sensações fantasmagóricas de um pesadelo assim.

Pseudokane3 disse...

(risos)

Sim, sim, o galego era uma graça, de fato - e ainda estou surpreso em ter gostado deste filme tão bobo, com situações banais, como as amigas ensinando a sereia a aprender sobre o amor através de revistas fúteis tipo Capricho, Cláudia e congêneres. Já fui assim por alguns dias (kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)

Acho que foi o galego mesmo - a primeira aparição dele, na cadeira de salva-vidas é aterradora de tão hipnótica!

Hoje é dia de fragilidade!

WPC>

iaeeee disse...

uma das meninas é aquela sobrinha Julia Roberts a Emma! hauahau. eu e minha mania de prestar atenção no elenco. Ahhh, é por isso que quer ir à praia? Vamos!

Quem sabe o galego e a sereia, e as meninas não estarão por lá?

os vermes tbm...


cê tá de férias, né?

Pseudokane3 disse...

Tô de férias não, mas posso tirar um ou dois dias de folga...

E quem sabe o galego não estará lá? (kkkkk) Só vi o filme hoje de manhã, Américo. Tua especulação fez de mim um vidente (kkkkkk)

As gurias são boas, mas a sereia quis ser mais bonita que atriz.

WPC>

iaeeee disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
iaeeee disse...

oxee tire logo estes dois dias e avise!kkkkkkk

praiaa, praaiaa, preciso do vento e do ar puro!


hasta!


Américo